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Novo exame promete diagnóstico precoce de Parkinson

Cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, desenvolveram uma técnica simples e rápida que promete detectar precocemente a doença de Parkinson. A patologia causa perda progressiva de células cerebrais por um longo tempo antes que os sintomas do paciente apareçam. Se diagnosticada a tempo, porém, ela pode ser mais facilmente controlada.

Usando a técnica de imagem de difusão por ressonância magnética (MRI), os pesquisadores compararam a força das redes neurais dos gânglios da base (área onde a doença se manifesta) de 19 pacientes com os primeiros sinais de Parkinson que não haviam começado a usar medicação com a de 19 voluntários saudáveis, levando em consideração fatores como idade e sexo. Os cientistas observaram nas pessoas com a patologia menor conectividade na região afetada e definiram um limiar para o diagnóstico. Na sequência, submeteram outros 13 pacientes com o mesmo grau de comprometimento ao método e constataram que em 85% dos casos foi possível detectar a doença de precisão. Os pesquisadores refizeram o experimento com outro grupo e observaram resultado semelhante, segundo artigo publicado na Neurology.

“Com um exame simples, encontramos um excelente marcador biológico capaz de nos ajudar a identificar sintomas iniciais de Parkinson”, comemora a psiquiatra ClareMackay, uma das autoras do estudo. A doença neurodegenerativa atinge aproximadamente 4 milhões de pessoas no mundo, e esse número pode dobrar até 2040.

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